E, falando em seriados, bem a tempo acabei de assistir pela terceira vez um dos meus seriados favoritos: Boston Legal. E sempre que termina dá um aperto no coração... É uma pena que não passe mais e eu tenha que me contentar em assistir suas míseras cinco temporadas repetidas vezes... Amizade, questões humanas, morais, éticas, políticas, religiosas e sociais, humor fino, edição, roteiro, personagens, enredo, diálogos, elenco, trilha sonora, direção e performances impecáveis! Impecáveis MESMO! Desses que insisto e encho o seu saco para que você assista, se eu te amar. Penso, relaxo, rio e choro tanto com esses episódios... Há tanta identificação com Alan Shore, que quando chega no fim do dia até penso em procurar a varanda, as poltronas, os charutos e o whisky, pois o meu melhor amigo Danny Crane já tenho! Ganhei o box há um tempão, mas acho que é possível encontrar com facilidade na Internet. É o tipo de programa que vale cada byte e minuto de espera, mas acredito que não seja para qualquer tipo de público. Se resolverem assistir, assistam todas as temporadas, pois é grande a rotatividade de personagens e alguns dos mais geniais não aparecem logo na primeira. No entanto, não é como Game of Thrones, por exemplo, que ainda é válido para o telespectador pipoca: mesmo que ele perca a sofisticação das questões levantadas por Martin durante o contexto das intrigas de Westeros e Essos, tem as espadas, os personagens interessantes e cenários grandiosos. Em Boston Legal, isso não ocorre. Embora seja possível assistir fora de cronologia, se você não presta atenção nos diálogos e não fica atento à pscicologia dos personagens, à construção do raciocínio e à profundidade dos casos abordados, não verá a menor graça. Enfim, não quero falar muito mais para não começar entrar em detalhes e acabar com a surpresa de quem for assistir. No mais, este seriado está entre as minhas referências mais queridas e se eu puder indicar algo para você (é, você mesmo, que está longe e tem medo de chegar perto), tenho certeza que vai adorar tanto quanto eu. Vai lá, assista. Não me faça insistir e encher o seu saco.
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