Às vezes tenho tanto para fazer que mal consigo raciocinar e entender por onde é melhor começar. Isso vai criando uma ansiedade que se não for detida por praticas meditativas, contemplativas, atividade física, etc, podem causar paralisia. E já passei por essa situação vezes demais para cair nela outra vez. Depois de tantas reconstruções, deu para aprender um truque ou dois. Então, passei a noite fazendo algo raro: pedindo ajuda. Faço tanto disso pelos outros... pessoas que podem até nunca ter sentido as boas vibrações, no entanto o nome de cada uma está lá em todo sábado... toda quarta de banda... Para mim mesma, porém, é bem raro. Mas, ontem a noite, dormi pedindo orientação em assuntos específicos.
Acabei de passar pelo corredor. Tem uma pequena mariposa pousada na parede ali, do lado do interfone. E estou sentindo agora a noite, muito claramente, o aroma do banho de ervas que tomo, às quartas e sábados, antes do meu trabalho. Espada de Iansã, Barba de Velho e Manjericão branco. E isso me lembra de que hoje pela manhã, entre seis e sete horas, no caminho do quarto para a cozinha, passei pela sala. Ensolarada, cheia de pequenos arco-íris e pontinhos de luz, pois pendurei há muito tempo na janela um globo de boate que eu mesma fiz com quadradinhos de espelho e uma bola de isopor, e dois poliedros de vidro cheios d'água, onde o sol bate e cria esses efeitos tão bonitos. Até aí, caramba, já estava lindo, com a melhor vibração possível. Então, olhei para a janela e para o chão embaixo dela. Havia, simplesmente, uma pena.
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