Há um profundo silêncio no fim de todas as sinceras conclusões. Nada mais a ser dito, circularmente perfeitas, eternas... Nenhuma dúvida, nenhuma pergunta, nenhum comentário. Todo o objetivo da linguagem expresso num momento infinito, no fim de todas as coisas, no silêncio, para onde a verdade impulsiona. E vice-versa.
Um comentário:
Puuuuxa! Muito bonito, viu?
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