segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cores Para Dias Em Branco

Tirando a parte da agonia que me causa aquela quantidade enorme de livros e a depressão na hora de ir embora de mãos vazias, a Livraria da Travessa é um dos passeios que mais trazem leveza ao meu dia. E, diga-se de passagem, não poderiam arranjar combinação mais perfeita do que agregarem o restaurante Fiammetta bem no espaço interno da filial próxima aqui de casa. No meu aniversário jantei por lá e ontem retornei outra vez. Acabei encontrando, entre vários livros desejados e necessários, blocos e caderninhos de papéis artesanais coloridos de uma empresa chamada Thé Des Ecrivains. Tão bonitos! Comprei alguns e vi que também haviam latas, da mesma empresa, embalando composições de chás diversos. Esse pessoal me entende... Não comprei os chás, ainda, mas, hoje senti vontade de começar o projeto de 365 desenhos, num caderninho que eu mesma montei com um papel artesanal feito por um colega da faculdade que trabalha no Arquivo Nacional. E isso me fez pensar que às vezes até entendo o quanto eu  posso não ser uma pessoa assim tão fácil para as outras. Tenho maneiras e perspectivas estranhas para a maioria. Mas então chove, vou até à livraria, como batatas-fritas, tomo um sorvete de menta e compro papéis coloridos para desenhar, e essas coisas tão simples conseguem me trazer suficiente alegria e motivação...  Pensando bem, talvez não seja eu a difícil aqui...

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