sexta-feira, 10 de julho de 2020

Confundindo as coisas

Não entendo certos códigos. Pra mim não faz sentido não se comunicar com todas as palavras necessárias. Especialmente se você não conviveu o suficiente comigo a ponto de entender o que quero dizer ou o que quero deixar de dizer com apenas alguns gestos. Também não faz sentido se importar com o que as pessoas fazem da vida delas e achar que é um bom juiz. Ninguém é. E dane-se se alguém faz uma coisa e diz outra, se no fim das contas você não está envolvido com as questões dela. Outra coisa, e aí já sou eu no meu limite mesmo, é brincar com assuntos ultra sensíveis. Não é possível que não se tenha o mínimo de empatia para perceber quando alguém brinca com assuntos pesados só para conseguir lidar de um jeito mais leve, no entanto isso não te dá liberdade para fazer o mesmo. Menos ainda está aberta a temporada das "verdades que você acha que precisam ser ditas" sobre esses assuntos. Lembre-se que você não tem todos os dados para opinar sobre a maioria dos assuntos. E isso inclui principalmente a vida de outra pessoa, suas razões e motivações. Ter mente crítica e se eleger a palmatória do mundo são coisas bem diferentes. Alguém com essas idéias vibra tão baixo que devia se questionar a respeito de sua própria saúde mental. O tempo que se perde odiando os odiáveis, podia se ganhar amando os amáveis. Nunca que perderia meu tempo escrevendo um texto quilométrico sobre o que não vale a pena, para quem não fará a menor diferença. Talvez essa seja uma das razões por que esse espaço aqui é assim, quase exclusivo. E aproveitando a queda na vibração, é sempre bom lembrar que quando decido entrar é com tudo e de uma vez. Mas, quando decido sair, isso pode até levar alguns anos, não só saio com tudo o que tenho como sempre levo algo de muito valor para você junto. Respeito é um prato que se come com todos os seus dentes no lugar. Portanto, mais cuidado com o que pensa, com seus julgamentos e cuidado redobrado com o que resolve dizer e fazer.

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