Tudo que vive morre, pura tragédia. Muito vi passar e perdi pensando... Deixei ir, não agi. O que é bom, que me fará bem, o que tenho de melhor e mais bonito, fica para depois. E algumas coisas só fazem sentido a sua época, só são possíveis, só vivem, por um período. Não senti. Não vivi. Perdi. Esperei tanto... Traiçoeiro é o momento seguinte, o amanhã uma lenda.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Catarse
Por um tempo, nada. Tudo num instante e subitamente. A mesma confusão de sempre, essa esquizofrenia. Dúvidas mil num liquidificador. Comi um sorvete nesses dias. Fui à praia e o mar nem estava gelado. Senti muita raiva de muitas coisas. Não, senti raiva só de mim mesma. E cada dia que passa sinto mais. Fui embora depois de esperar por horas, com fome. Ok, só mais um descaso e abandono para a pilha de rejeições, ela só cresce. Ansiedade, impotência, medo. Repressão, repressão, repressão. Abandono. Duvido de mim. Acredito que não posso, não devo e até que não quero. Sigo me obrigando, forçando e impedindo. Quando vou aprender? Compromisso com todos, menos comigo. Onde eu fico? Onde eu vou? Sei lá. A solidão é boa, mas ainda dói. Decidir ainda é como devem ser as dores de parto. Ir até lá e resolver, em quase trinta anos, ainda é o corredor que me leva a arena de gladiadores. E antes de abrirem os portões tenho certeza que daquele momento minha vida não passa. Sempre igual. Ri muito. Reencontrei meu melhor amigo. A alegria é silenciosa. Mas, caramba, como a tristeza é eloqüente! Faço tudo ao contrário. Adio todos os meus melhores sentimentos, todos os sonhos, todo o meu desejo e a raiva entra em ação tão logo surja a sua sombra. Está quente. Hoje tem luau. Um furacão devasta tudo por dentro. E eu nem bebi nada. Ainda.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Você tem tempo?
E foi esse fato, ainda não superado totalmente, que me impulsiona a compartilhar um trecho de uma palestra do filósofo Mário Sérgio Cortela, de quem sou fã.
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