Despedidas são, para mim, sempre muito doloridas. Mesmo as pequenas, que serão por pouco tempo. Mesmo com pessoas que mal conheço, ou me relaciono de modo puramente profissional. Afinal, se é uma despedida, é porque algo de significativo foi criado, envolve gratidão, do contrário seria livramento. Por isso, evito sempre que possível. Mas, às vezes me encontro no meio da situação e não há escapatória. Então, me refugio no mais simples, onde a verdade costuma residir: quando uma porta se fecha, posso simplesmente ir lá e abri-la outra vez. Não é assim que portas funcionam? No mais, nenhuma despedida é real, nada está parado e não existe lado de fora, importante lembrar.
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