A percepção da insolência, da indelicadeza, da impaciência e da indisponibilidade para dramas é inversamente proporcional ao respeito - o que dirá o reconhecimento - pelas coisas que fizemos, fazemos e faremos nas madrugadas de sábado sem esperar absolutamente nada em troca, sem qualquer garantia de sucesso, correndo riscos inclusive, enquanto nos aguarda uma variedade enorme de opções mais interessantes. Nisso consiste... Como podemos chamar essa vontade de ver coisas boas acontecendo? Essa felicidade de provocar uma fagulha do sentimento de satisfação, auto confiança e força pessoal que fazem as engrenagens da vida se moverem outra vez? Qual é o nome quando você só quer a realização porque sabe que esse é o dedo mais claro que se tem para apontar para a Lua? Como se chama todo o esforço para que o Big Bang da vida real ocorra com urgência? Sabe, quando no silêncio há movimento, força aplicada com planejamento, e entusiasmo? Aquele silêncio das noites de chuva? Como é mesmo? Aaaaaah! Não importa. No fim das contas, cada um acaba tendo o que consegue. Não importa o quanto nos importemos. Ou nosso esforço. Alguns nunca se importarão e tá tudo bem. Vai da consciência, da maturidade e da capacidade mesmo... A minha ação, não dependendo da ação dos outros, já é uma coisa muito boa. Para mim e para os outros. Porque, seja como for, ações continuam prevalecendo sobre as palavras.

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