É tanta coisa... Sei nem por onde começar. Então, nem vou. Só quero ficar em paz, sabe? Tá tudo bem... Eu me importo, amo, sinto falta... Seria bom se fosse possível transmitir a consciência de que todos temos valor, todos somos pequenos universos, cheios de vida, ricos... mas, ninguém tem o direito de dizer ao outro o que pensar, o que fazer, o que sentir, o que é o certo, o que é bom para ele, regulando o que ele pode ou não, sob o pretexto de que ama, quer proteger, quer cuidar, tem medo de perder. E sob a ameaça de se iniciar com isso um joguinho de nervos, cheio de ardis, pequenas mentiras, tentativas de impressionar. Vai impressionar, vai conseguir o que quer, em dois tempos a máscara cai e aí? Aí é o que temos agora. Se você não acha que eu tenho o direito de sentir raiva e expressar o que penso e sinto, se o que eu tenho pra dizer não tem valor algum, se você, afogado aí em suas presunções, com nada na vida no lugar, chegou ontem e já quer me dizer insistentemente, desrespeitosamente, o que é melhor para mim, tentando calar a minha boca, perde de vez o direito à minha atenção. E é bem difícil recuperá-la nesse caso. Acho perigoso ficar para ver até onde se pode chegar com certas reações, especialmente quando o que se fala e o que se faz vive em conflito. E um erro está nessa crença de que o que você pensa é o que é a realidade, sem qualquer abertura para outras possibilidades, outro é achar que alguém é obrigado a te dar alguma coisa, atenção que seja, ou a ficar pra sempre em algum lugar. Eu sei que não sou.
segunda-feira, 30 de agosto de 2021
The Thing That Should Not Be
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