Tem algo que, com muita frequência, sinto vontade de lembrar ao mundo, toda vez que ele se interpõe de maneiras completamente dispensáveis entre mim e minha paz. Felizmente, é algo que pode ser dito com palavras simples e poucas chances de ruído para interlocutores dos mais variados níveis de capacidade intelectual, com multiplas interpretações e graus de profundidade, mas em todos os sentidos, verdadeiro: não tenho saco.
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