Depois da moda do limão, interrompida por uma praga tomando conta da árvore, um tempo em que eu recebia até ligações no meio de aulas e provas, ao som da explosão de risadas dos colegas, com o recado de que os porteiros guardaram a entrega enquanto eu estava fora, agora é a vez das bananas. Meu pai trouxe tantas lá da plantação dele que já posso até montar uma banca na feira de sábado. E não vieram sozinhas! Os aipins e tomates também são infinitos... Acabo dividindo a fartura com os porteiros e vizinhos e também, por tabela, divido alguns dos meus achados na pilha de materiais, equipamentos e livros dos estúdios de pintura e música que ainda aguardam seus devidos móveis. Um exemplo é a recordação de partituras da minha infância, totalmente pertinente ao momento, que invadiu a manhã de quem estava por perto hoje, como a Banana Boat Song.
3 comentários:
Hahahahahaha, teu pai ataca novamente.
Sacanagem, acabou a era do mousse de limão?
Carol, cadê você? Eu vim aqui só pra te ver.
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