segunda-feira, 27 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
So true...
“All work and no play makes Jack a dull boy,
All play and no work makes Jack a mere toy.”
terça-feira, 7 de agosto de 2012
E olhe lá!
É difícil. Quanto mais se diz a verdade menos amigos se tem. Então prefiro ficar alguns anos sem contato com algumas pessoas pra continuar falando com elas numa boa. Mas, tem gente que não dá. Mesmo depois de muito tempo ainda não virou o disco. São sempre os mesmos assuntos, as mesmas chatices... Não dá nem pra sentir vergonha alheia, só pena mesmo. Todo mundo muito preocupado com o que acha bonito ser e se esquecendo de quem é. Tão acostumados com relacionamentos superficiais que não conseguem entender quando alguém simplesmente não está interessado nas suas demonstrações de poder. Num dia puxam seu saco, no outro te odeiam e vice-versa. Se dão alguma coisa já estão pensando no retorno. A vida social é superestimada. E sobre umbigos me entendo melhor com o meu!
Cada um enlouquece por onde sente saudade
E o Laerte, né, cara? Depois de velho resolveu virar velha.
Vestindo a Armadura
Existe um corredor polonês de inseguranças, frustrações, tristezas, perfeccionismos, ansiedades, medos e paranoias que preciso atravessar, todos os dias, antes de começar qualquer desenho ou pintura, qualquer música, ou qualquer dos meus escritos. E no fim dele ainda preciso enfrentar uma batalha mortal contra a preguiça.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Ele está de volta!
Jack me vendo jogar Diablo II no outro dia:
- Até parece que se você visse esse monte de escorpiões perambulando pra lá e pra cá, ia passar assim por cima deles, sem querer, como se fossem lixo na rua...
- Cara, acho que eu não teria coragem nem de chegar perto pra matar um bicho desses.
- Eu só mataria com um ferro de passar roupas. Preso num cabo de vassoura, ainda.
- Até parece que se você visse esse monte de escorpiões perambulando pra lá e pra cá, ia passar assim por cima deles, sem querer, como se fossem lixo na rua...
- Cara, acho que eu não teria coragem nem de chegar perto pra matar um bicho desses.
- Eu só mataria com um ferro de passar roupas. Preso num cabo de vassoura, ainda.
Safado
Eu chamo Salsa, Xuxi, Suxi, Sinha, Sicha, Salsicha, Sichinha, Salsichinha, Xurxeres, Nêga, Neguinha, Fedozinho, Cagoninha, Maria Xuxi, Favelinha... e a Salsa vem. Já o Mambo, posso chamar Mambo, Mambinho, Binho, Neném, Rom Rom, Pelúcia, Pelucinha, Minhocão, Rajadinho, Um da Cama, Tambor, Zé, Zézinho, Zé Neném, Zé Mambinho, Zé Pelúcia, Zé Orelha, Zé Nariz, Zé Patinha, Zé Rom Rom, Zé Tambor, Zé Minhoca, Pulguentinho... que a Salsa também vem.
Agora, falou PATÊ, o gato se materializa na sua frente.
Agora, falou PATÊ, o gato se materializa na sua frente.
Like A Boss
Neste exato momento o governo marciano está afirmando que a Curiosity era apenas um balão meteorológico e que ainda não foi encontrada qualquer evidência de vida na Terra.
domingo, 5 de agosto de 2012
Macete
Quando fico triste escuto músicas tristes e começo a lembrar de outras coisas que me deixam triste. Bom que no fim já esqueci do novo motivo e fico só com os antigos mesmo.
sábado, 4 de agosto de 2012
Não tá fácil pra ninguém
Até onde a idiotice de uma pessoa pode levá-la? Não é uma incógnita? Tem gente, por exemplo, que tem a auto-estima tão reduzida a pó que pauta sua própria vida nas ações de personagens de seriados de TV. Muda o corte de cabelo, o jeito de andar, copia as expressões, as falas e toma até as mesmas decisões do roteiro... Claro, uma criatura dessa não se importa muito se for xingada de burra - mas experimente você chamá-la de feia! - e garante toda a sua confiança em si mesma lembrando sempre que é mais alta que alguém. Fico imaginando se, por uma ironia do destino, este ser chegar a concluir que seu X-Men favorito tem o meu tamanho. Fatalmente algumas noites de sono serão perdidas até se recompor e estar enfim pronto para encarar a realidade.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
A velha Regra de Ouro...
Uma das maiores curiosidades da nossa civilização é que todo mundo quer atenção, mas a maioria não é capaz de mexer um pentelho pra fazer algo de interessante.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Memórias
"Há um poema gravado na pedra que se chama A Perda.
Tem apenas três palavras.
E alguém as riscou.
Não se pode ler A Perda, apenas pode-se sentí-la."
Que amor?
Sinto um medo enorme do dia seguinte... A luz da manhã é triste, clareia o que não quero ver. Não há mais sorrisos nas molduras... Talvez eu venha acreditando por tempo demais nas coisas que tenho. Que tenho... E fico num impasse entre sentir tristeza e alegria, entre cuidar e deixar ir, entre chorar e provocar culpa, entre fazer as malas e voltar para casa. Não consigo encontrar o que perdi. Não sei onde está quebrado. Não entendo. E sou inclinada a acreditar que o tamanho do esforço é proporcional ao erro. O dia passa muito depressa, o amor mais ainda.
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